quinta-feira, 27 de Junho de 2013

Por si e per si!

Olá hoje vim aqui inesperadamente, ao partilhar um poste de uma amiga no facebook, fiquei inspirada, aquela frase mexeu comigo, há já algum tempo que andava à procura de uma frase assim, à procura sim porque eu partilho que as palavras e as frase se encontram , se cruzam se entendem , ou desentendem, tal como as ideias e as pessoas.
A frase é da Autoria de Albert Einstein e é a seguinte " Se quer viver uma vida feliz, amarre-se a uma meta, não ás pessoas nem ás coisas."
Adorei a frase e subscrevo-a na íntegra, não admira ou não fosse ela da Autoria de quem é!
Pensei logo naquilo que se passa no nosso quatidíano e na forma , como encaramos o nosso dia-a adia.
Entendo que devemos ser independentes nas nossas ideias e nas nossas acções , pois essa atitude irá trazer-nos a tão "cobiçada" felicidade.  Será feliz aquele que se "agarra" a outrem, para chegar ao seu destino?
Terá valor aquele que se tenta "amarrar" aos que pensa terem "poder" para alcançar os seus desígnios, em vez de por si e per si  pessoalmente e como ser individual e único que é provar que têm valor e é possuidor das ideias e ou conhecimento, carácter, etc,etc.?
Como já devem ter reparado eu partilho da primeira opinião!

sábado, 25 de Maio de 2013

Viver com intensidade

Um bom fim de semana a todos e vivam a vida com intensidade! A música com intensidade! O trabalho com intensidade! o amor com intensidade! Os valores em que acreditam com intensidade! As ideias com intensidade e sobretudo sejam vocês próprios ainda com mais intensidade! Eu só sei ser assim vossa amiga com intensidade!!!

sábado, 11 de Maio de 2013




Olá a todos, parece impossivel mas já há muito tempo que não escrevo aqui neste  espaço, o espaço da "Advogada que Veste a Toga"! Há tempo demais dirão vocês! Há tempo demais digo eu!
No entanto sempre a tempo, dirão alguns, sem tempo dirão outros!

Porque o tempo é algo de "inquantificável", penso eu .
O tempo passou, e nós passamos por ele. Eu passei pelo tempo, vivi, sobrevivi, falei, observei e optei.
Optei por vir aqui hoje, dizer que não me esqueci, que não parei e que voltarei, voltarei para algo dizer a todos aquele e aquelas, que conhecem ou seguem o meu Blog.

Até lá .........

Cristina Barradas

quarta-feira, 19 de Maio de 2010

No dia do Advogado

DEDICATÓRIA

“Vistam a Toga II” é o meu segundo livro que, tal como o primeiro, dedico-o inteiramente à minha filha, Filipa Barradas, cujo sorriso de criança, me moveu e me continua a mover sempre em busca do que é belo, perfeito e puro.
É ela que me continua a mostrar que só vale a pena estar-mos juntos daqueles que nos fazem sorrir.
Ela fez-me sorrir muito, no dia em que disse: mamã eu quero Vestir a Toga.
“Vistam a Toga II” é também dedicado à minha família e aos meus amigos (as) mais próximos, aqueles que todos os dias me fazem sorrir.

sábado, 24 de Abril de 2010

25 de Abril sempre!

Resumo do dia 25 de Abril de 74

Otelo Saraiva de Carvalho por volta das 22 horas do dia 24/4/1974 fardado com blusão de cabedal chega ao Regimento de Engenharia Nº1, na Pontinha. É ali que o major acompanhado de outros oficiais: Os tenentes-coronéis Garcia dos Santos e Lopes Pires, o comandante Victor Crespo, os majores Sanches Osório e José Maria Azevedo, o capitão Luís de Macedo… Ali instalam o posto de comando num pequeno anexo com as janelas tapadas por alguns cobertores, sobre a mesa uns papéis manuscritos e um mapa de estradas do Automóvel Clube de Portugal edição de 1973 que fazia de carta operacional com os esboços das movimentações, sendo a base do “plano geral das operações” que se dividia em duas zonas; Zona Norte que começava no eixo a sul do Porto e Lamego para norte. Zona Sul desse eixo para sul, dividido em quatro sectores; Sector Norte, até a sul de Coimbra, Sector Centro até norte de Santarém, Sector Sul daí para sul, Sector Lisboa que também incluía Santarém. Dali do Posto de Comando com o nome de código «Óscar» dão o conhecimento da situação e as instruções às unidades militares de todo o país envolvidas nas operações. O primeiro sinal como combinado seria dado pelo então posto “Emissores Associados de Lisboa” às 22:55. João Paulo Dinis era lá locutor e fizera a tropa em Bissau sob as ordens de Otelo, daí a escolha de Otelo. E cabe a Dinis às 22:55 dar voz e escolher a canção « E Depois do Adeus », de Paulo de Carvalho, canção vencedora desse ano do Festival da Canção RTP e que iria a alguns dias representar Portugal no Festival da Eurovisão. A segunda senha é dada na “Rádio Renascença”. Otelo fazia ponto de honra que fosse uma canção do Zeca Afonso e estava indeciso entre «Venham Mais Cinco» e «Trás Outro Amigo Também» eram as suas preferidas mas logo os seus camaradas fizeram notar que seriam canções muito obvias e que iriam suscitar desconfiança. Foi assim que o jornalista Carlos Albino sugeriu «Grândola Vila Morena» e é esta que acaba por ir para o ar no programa «Limite» de Paulo Coelho e Leite de Vasconcelos que antes de pôr o disco recita a primeira quadra de «Grândola Vila Morena». São 0:20 e grande parte das forças envolvidas põe-se em movimento. O Quartel-General da Região Militar de Lisboa é o centro nevrálgico das “Forças do Regime”. O edifício é tomado pelo Batalhão de Caçadores 5 com o código «Canadá». A mesma unidade também se encarrega de proteger a residência do general António de Spínola, o general Francisco Costa Gomes não foi alvo de protecção porque não dormiu em casa. Importante é também o aeroporto da Portela, operação com o código «Nova Iorque» que fica encarregue à Escola Prática de Infantaria (EPI) de Mafra que às portas de Lisboa a coluna militar perde-se nas ruas e becos escuros de Camarate. Junto ao aeroporto o capitão Costa Martins esperava a coluna da EPI e desesperava e decide neutralizar sozinho de pistola em punho a guarda do aeroporto e entrou mesmo na torre de controle fazendo «bluff» durante mais duma hora dizendo que o aeroporto estava cercado e para se interditar o espaço aéreo português imediatamente. A EPI chegada toma de imediato conta do aeroporto e ainda neutraliza o Regimento de Artilharia Ligeira 1 em Lisboa junto ao aeroporto. A Escola Prática de Transmissões fazia as escutas telefónicas militares das forças do regime que depois transmitia ao Posto de Comando. O Regimento de Cavalaria 3 de Estremoz vem a Lisboa com a missão de controlar a Ponte Sobre o Tejo, tomando posições do lado sul do Tejo (Pragal). Enquanto nas colinas adjacentes à ponte de ambos os lados a Escola Prática de Artilharia de Vendas Novas toma posições apontando baterias junto ao Cristo Rei, para o Terreiro do Paço e Monsanto. A mesma unidade depois vai lá baixo à Trafaria libertar os militares que tentaram a 16 de Março o “golpe das Caldas da Rainha” e que se encontravam presos na Casa de Reclusão da Trafaria. Os órgãos de comunicação social também eram de crucial importância controla-los. Para isso coube à RTP (única emissora televisiva da época) ser tomada pela então, Escola Prática de Administração Militar, (operação; código Mónaco) já que se situava na mesma rua, (Alameda das Linhas de Torres em Lisboa). A antiga Emissora Nacional, actual RDP na rua do Quelhas foi tomada com meios limitados pelos capitães Oliveira Pimentel e Frederico de Morais mais 40 praças de especialidades diversas do Campo de Tiro da Serra da Carregueira. Na rua Sampaio Pina à porta do Rádio Clube Português estão estacionados homens do BC5 dali perto (Campolide) chefiados pelo capitão Santos Coelho e pelo Major Costa Neves da Força Aérea o qual no momento da tomada do RCP é questionado pelo porteiro; se não podiam aparecer após as 9 horas da manhã, que sempre já lá estaria mais gente para os receber!!! Costa Neves e seus camaradas forçam a entrada e é esse o posto escolhido para emissor do MFA. Como previram que as forças do regime pudessem cortar as ligações às antenas do RCP do Porto Alto, tal como vieram a tentar, então a guarda das antenas ficaram a cargo da Escola Prática de Engenharia, de Tancos que também controlou a ponte de Vila Franca de Xira e a casa da moeda em Lisboa. Então através do RCP o MFA apresenta-se ao país pela 1ª vez às 4:26 (estava previsto ser às 4 horas mas o engano de percurso da EPI em Camarate atrasou o comunicado) a voz é do jornalista Joaquim Furtado: «Aqui posto de comando do Movimento das Forças Armadas...». A programação é alterada e passa o hino nacional, marchas militares e canções de protesto e de contestação. Sucedem-se os comunicados escritos por Victor Alves e Lopes Pires no quartel da Pontinha, que eram lidos aos microfones do RCP. Mediante esta situação os ouvintes ficam a par do desenrolar dos acontecimentos. Mas a missão principal cabe ao capitão Salgueiro Maia e seus homens da Escola Prática de Cavalaria, vindos de Santarém ficam-lhes encarregues várias acções desde de “despiste” ou seja; chamar a atenção das forças fiéis ao regime através dum itinerário ostentatório no sentido de dispersar as capacidades inimigas. E ainda de controlar o Banco de Portugal, a Rádio Marconi e o Terreiro do Paço. Ali, o ministro do Exército, general Andrade e Silva perante a situação manda abrir à picareta um buraco na parede do gabinete por onde foge mais os ministros da Marinha, da Defesa e do Interior acompanhados de militares de altas patentes. Antes do golpe a Marinha e a Força Aérea haviam sido contactadas para aderirem mas garantiram a neutralidade. Mas o capitão-de-fragata Seixas Louçã que comandava a fragata «Almirante Gago Coutinho» integrada na NATO e com grande poder de fogo, resolve, ameaçar disparar sobre o Terreiro do Paço. Ao que é posta ao corrente das baterias de artilharia, já prontas a disparar, posicionadas nas colinas junto ao Cristo Rei. A tripulação ao saber rebela-se e ao fim da manhã a fragata retira-se e vai fundear-se no Alfeite. Momento importante, quando a coluna EPC é interceptada na Avenida Ribeira das Naus por tropas fieis ao regime comandadas pelos brigadeiro Junqueira dos Reis e o tenente-coronel Ferrand d’Almeida, com tanques Patton M47. É o próprio Salgueiro Maia que vai tentar dialogar, saindo a pé e de lenço branco na mão hasteado e uma granada escondida na outra, ao que o brigadeiro dá ordens para disparar sobre o capitão mas que ninguém obedece! E depois mesmo alguns tanques de Cavalaria 7 passam-se para o lado de Salgueiro Maia. Outro momento muito importante dá-se às 5 horas quando o Major Silva Pais director-geral da PIDE/DGS dá conhecimento ao presidente do Conselho (função que equivale actualmente à de primeiro-ministro), Marcello Caetano dos acontecimentos que este ainda desconhecia. Referindo que a situação era grave e dando instruções para se refugiar o mais depressa possível no Comando-Geral da GNR no Largo do Carmo porque era um dos sítios que não se encontrava sitiado e que passava mais despercebido. Mas que veio a revelar-se uma grande armadilha! Primeiro porque soube-se da sua entrada no Quartel do Carmo às 6 horas, ao que o major Otelo deu ordens para Salgueiro Maia se dirigir para o Largo do Carmo e sitiar completamente o quartel para que não houvesse fugas pelas traseiras. Na ida da coluna de Salgueiro Maia para o Largo do Carmo, uma companhia do RI 1 comandada pelo capitão Fernandes tenta bloquear a passagem mas após curto diálogo, passam-se para o lado dos revoltosos. Embora em telefonemas mais tarde tentassem convencer Otelo que Caetano não se encontrava lá mas Otelo sabia que era para as forças do regime ganharem tempo. E segundo porque quando as individualidades mais importantes ligadas ao regime foram socorridas pelo ar, por um helicópetero como no caso do Regimento de Lanceiros 2, esse mesmo helicópetero tentou ajudar a fuga de Marcello Caetano, só que não havia sítio para o helicópetero aterrar e por isso Marcello Caetano receoso permaneceu encurralado no Quartel do Carmo com blindados apontados e ouvindo uma multidão crescente que tinha acordado dum sono profundo ou que tinha aprendido ou descoberto nesse dia que existiam outras coisas como democracia e liberdade… E gritavam: Por vingança e palavras de ordem contra a ditadura e guerra colonial e outras coisas. Salgueiro Maia depois terá mesmo pedido calma ao povo de megafone em punho. Mesmo que o regime não caísse as coisas já não seriam mais como antes, o povo nesse dia tinha ouvido coisas novas e ficou a saber em que tipo de regime e que tipo de politicos governavam o país por isso aderiram de imediato ao Movimento das Forças Armadas! O tempo passava a GNR não reagia numa tentativa de ganhar tempo. Maia dá um ultimato à GNR mas nada! No Posto de Comando desesperavam e Otelo envia um bilhete escrito a Maia: «Com metralhadoras rebenta com as fechaduras do portão, que é para saberem que é a sério!» Ás 15:10 são dados 10 minutos. (Temia-se que um helicópetero afecto às Forças do Regime podesse largar uma bomba sobre as forças revoltosas no Largo do Carmo). Após o prazo esgotado, às 15:25 as metralhadoras duma viatura chaimite disparam contra a frontaria do quartel. Como não houvera reacção da parte do quartel, passado algum tempo um blindado toma posição de canhão apontado e é nesse momento que surgem dois civis: Pedro Feytor Pinto e Nuno Távora, quadros da Secretaria de Estado da Informação e Turismo, medianeiros entre Spínola e Caetano, este último melindrado com a situação dizia: «Não quero que o poder cai na rua». Feytor Pinto telefona a Otelo que em nome do MFA, mandata o general Spínola para receber a rendição de Caetano. Às 18 horas, chega Spínola de automóvel com farda Nº 1. Caetano submete-se e entrega a Spínola o poder e pede protecção. Spínola transmite a Caetano a intenção do MFA de o enviar para o Funchal. (Iria partir para o Funchal no dia seguinte pelas 7horas, a ele juntaram-lhe também entre outros o Presidente da Republica Almirante Américo Tomás que durante a longa noite da revolução não deu sinal de vida, como se não fosse nada com ele, passou o dia na sua casa no Restelo, saindo sobre escolta para o aeroporto). E assim às 19:30 sai do quartel o chaimite «Bula», no interior vão Marcello Caetano e António Spínola em direcção à Pontinha, por entre uma multidão eufórica que celebra a “Liberdade” com cravos vermelhos. Às 19:50 é emitido o comunicado: «O Posto de Comando do MFA informa que se concretizou a queda do Governo, tendo Sua Excelência o Professor Marcello Caetano apresentado a sua rendição incondicional a sua Excelência o General António de Spínola». Logo após as 20 horas é lida no RCP a «Proclamação do Movimento das Forças Armadas». E à 1:30 já do dia 26/4/74 aparecem na televisão as novas caras do poder: A Junta de Salvação Nacional, como presidente, António de Spínola, em que lê uma proclamação ao país: …Um novo regime… A democracia, a paz. Francisco SilvaFontes: Artigos do Jornal "Expresso", Instituto Camões, Centro de Documentação 25 de Abril, Alvorada em Abril, Pulsar da Revolução
http://abril25.paginas.sapo.pt/

quinta-feira, 25 de Março de 2010

«Ninguém merece ser louvado pela sua bondade, se não tiver a coragem de ser mau: qualquer outra forma de bondade não é mais que preguiça ou de ausência de vontade» La Rochefoucauld

domingo, 7 de Março de 2010

O valioso tempo dos maduros

"Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.Tenho muito mais passado do que futuro.Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,cobiçando seus lugares, talentos e sorte.Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutirassuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargode secretário geral do coral.'As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,minha alma tem pressa...Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana,muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade,Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,O essencial faz a vida valer a pena.E para mim, basta o essencial!" Poesia de Mário de Andrade

domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Gosto das Belas Coisas Claras e Sim­ples

"Para quê alcançar os astros?! Para quê?! Para os desfo­lhar, por exemplo, como grandes flores de luz! Vê-los, vê-os toda a gente. De que serve então ser poeta se se é igual à outra gente toda, ao rebanho?... Eu não peço à Vida nada que ela me não tivesse prometido, e detesto-a e desdenho-a porque não soube cumprir nem uma das suas promessas em que, ingenuamente, acreditei, porque me mentiu, porque me traiu sempre. Mas não choro, não, como os portugueses chorões, não tenho nada de Jere­mias, pareço-me antes com Job, revoltado, gritando impreca­ções no seu monte de estrume. Não gosto de lágrimas, de fados nem de guitarras, gosto das belas coisas claras e sim­ples, das grandes ternuras perfeitas, das doces compreensões silenciosas, gosto de tudo, enfim, onde encontro um pouco de Beleza e de Verdade, de tudo menos do bípede humano, em geral, é claro, porque há ainda no mundo, graças a Deus, almas-astros onde eu gosto de me reflectir, almas de sinceri­dade e de pureza sobre as quais adoro debruçar a minha. "
Florbela Espanca, in "Correspondência (1930)

sábado, 16 de Janeiro de 2010

Cerca de 6.000 detidos escaparam das prisões haitianas (TSF)

Cerca de 6.000 detidos evadiram-se das prisões haitianas, parcialmente destruídas depois do sismo de terça-feira que provocou mais de 50 mil mortos, disseram fontes governamentais à AFP.
Do total de presos que se evadiram, 4.000 estavam detidos na prisão da capital, Port-au-Prince, e muitos deles tinham sido condenados a prisão perpétua, adiantaram as fontes. Jornalistas da AFP verificaram depois do sismo que a prisão na capital haitiana está parcialmente destruída e não tem ninguém. A insegurança é um dos principais motivos de inquietação para as equipas internacionais de ajuda humanitária e os habitantes de Port-au-Prince, vítimas de roubos e pilhagens três dias depois do sismo.


quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Hoje é Dia de Reis!

A tradição ainda manda que se coma uma bela fatia de bolo rei e se entreguem os presentes hoje!

Segundo a tradição cristã, foi no dia 6 de Janeiro que Jesus Cristo recém-nascido recebeu a visita de três Reis Magos cheios de alegria e de presentes para lhe dar.
A tradição surgida no século VIII converteu em santos os reis Belchior, Gaspar e Baltazar que seguiram a estrela até encontrarem o Salvador.
Nesta data, encerram-se para os católicos os festejos natalícios - pode-se retirar oficialmente os enfeites, desde o presépio à árvore de Natal.
Em Portugal é comum dar-se os presentes na noite do dia 24 de Dezembro, mas na vizinha Espanha é só no dia 6 que as crianças trocam as ofertas.
Extraido de: http://mulher.sapo.pt/actualidade/noticias/hoje-e-dia-de-reis-1039569.html

quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

Bom ano de 2010

Quero desejar, a todos os visitantes, um excelente ano de 2010 e deixar a promessa de muitas surpresas e noticias emociantes no Novo Ano que se aproxima!

"Tudo o que dorme é criança de novo. Talvez porque no sono não se possa fazer mal, e se não dá conta da vida, o maior criminoso, o mais fechado egoísta é sagrado, por uma magia natural, enquanto dorme. Entre matar quem dorme e matar uma criança não conheço diferença que se sinta." Fernando Pessoa

terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

Vistam a Toga II é o segundo livro da escritora e advogada Cristina Barradas.Esta obra nasceu na sequência da 1ª já editada em 2006 intitulada Vistam a Toga.Vistam a Toga Está presente nas Universidades de Stanford; N.Y.P.Libery e Ibero-Americanich como um dos Livros de escitores Portugueses de referência.A segunda é uma obra em que a ficção se cruza com a realidade numa cronologia temporal.Retrata a vida pessoal, profissional e social de uma Advogada.Com prefácio do advogado António Laureano Santos, esta é uma obra que visa também uma critica social e politica.Vistam a Toga II foi lançado no dia 15 de Dezembro de 2008 na Livraria Bulhosa no Campo Grande.No dia 09 de Setembro de 2009 foi apresentada ao público na Livraria Almedina no Atrium Saldanha em Lisboa.

leitura

No fundo eu já sabia há muito tempo a resposta a esta pergunta. Já os vira embora noutro local ou até noutra condição, já me encontrara com eles no tribunal, na rua, no café e quiçá até no meu escritório ou no escritório de colegas.

São iguaizinhos a nós, são brancos, pretos, ou de outra qualquer cor, são ricos, são desempregados, são até sem-abrigo, são prostitutas ou têm outra profissão qualquer. Só que me parecia que iria ser diferente encontrar alguém privado da liberdade na rua ou no próprio local que o priva da liberdade.

Texto extraido de Vistam a Toga II

Aniversário de lançamento da obra VISTAM A TOGA II

Autora da obra: Dra Cristina Barradas- Advogada
Autor do prefácio: Dr. António Laureano Santos- Advogado


Cátia Ferraz, foi em tempos a estudante Universitária, que tinha a ambição de querer vestir a
toga tornando-se posteriormente na advogada de hoje.
Cátia é a advogada que tal como milhares de colegas, continuam a manter-se na profissão, apenas pelos seus próprios meios, pela sua determinação e vontade.
Vendo-se "obrigados" a entrar nesse jogo de ambição e de poder, onde vale tudo, mas um jogo em que existem dois pesos para uma mesma medida com dois pratos de uma mesma balança.
Em um dos pratos temos o esforço, o trabalho, a competência, a lealdade, a verdade, o empenho e os meios. No outro as influências, os interesses, os resultados e os fins.
Vamos ver em qual dos lados Cátia ficará. Será que Cátia continuará a vestir a toga e entra neste jogo?
Ou vai ficar sentada no seu lugar vendo pura e simplesmente os outros jogarem.
É este o desafio que se propõe em "Vistam a Toga II".

sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Aniversário de lançamento

Dia 15 de Dezembro de 2009, festejamos aqui o 1ºaniversário de lançamento da obra Vistam a Toga II.

Tradições de Natal

O maior Presépio vivo da Europa

Fica na Freguesia de Priscos em Braga, onde se realiza habitualmente um presépio ao vivo
É realizado com o trabalho voluntário da população, em homenagem á cultura e á fé.
Esta Freguesia têm a ambição de inscrever o seu nome no livro do "Guiness-Book".
O presépio está exposto numa área de cerca de 20 (vinte) mil metros quadrados, conta com cerca de 400 figurantes e 50 (cinquenta) cenários bíblicos.
Digam lá se eles não merecem entrar para o "Guiness-Book"?

terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Divulgação de livros

Já conhece o Livro Demanda ou a cor nunca Vista?
www.ficcoesmedia.pt

«Quando as coisas me parecem correr bem, alguém agachado numa esquina me prega uma rasteira. É sempre assim a minha procura por Sofia Salgado.É sempre assim a vida ..........(verdade pessoal ou universal)?»-escrevi no meu bloco de notas.
Manuel Matos Monteiro

Já conhece as obras Vistam a Toga e Vistam a Toga II?
http://doc.jurispro.net/index.php

"- Sabes nunca conheci ninguém que falasse tanto em Direito e de advocacia como tú, em qualquer hora, em qualquer lugar, em qualquer situação.
-Nem eu que dou aulas o faço, fora do meu trabalho.
-Então eu falo do que gosto, do que sinto, do que me dá prazer falar e "explorar".
- Ou será que preferias que falasse dos passarinhos a voar?
Cristina Barradas

segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Contrato de trabalho desportivo

Entende-se por contrato de trabalho desportivo aquele pelo qual o praticante desportivo se obriga, mediante retribuição, a prestar actividade desportiva a uma pessoa singular ou colectiva que promova ou participe em actividades desportivas, sob a autoridade e a direcção desta;

Praticante desportivo profissional aquele que, através de contrato de trabalho desportivo e após a necessária formação técnico-profissional, pratica uma modalidade desportiva como profissão exclusiva ou principal, auferindo por via dela uma retribuição;

Contrato de formação desportiva o contrato celebrado entre uma entidade formadora e um formando, nos termos do qual aquela se obriga a prestar a este a formação adequada ao desenvolvimento da sua capacidade técnica e à aquisição de conhecimentos necessários à prática de uma modalidade desportiva, ficando o formando obrigado a executar as tarefas inerentes a essa formação;

Empresário desportivo a pessoa singular ou colectiva que, estando devidamente credenciada, exerça a actividade de representação ou intermediação, ocasional ou permanente, mediante remuneração, na celebração de contratos desportivos;

Entidade formadora as pessoas singulares ou colectivas desportivas que garantam um ambiente de trabalho e os meios humanos e técnicos adequados á formação desportiva a ministrar;

Formando os jovens praticantes que, tendo cumprido a escolaridade obrigatória, tenham idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos e tenham assinado o contrato de formação desportiva, tendo por fim a aprendizagem ou o aperfeiçoamento de uma modalidade desportiva.

domingo, 15 de Novembro de 2009

Citação

"Well... When I'm good, I'm very good. But, when I'm bad... I'm better."

Tira/ Mae Weste em I´m No Angel

sábado, 14 de Novembro de 2009

A Verdade e o Medo

A verdade e o medo , com o actor Michael Douglas, um filme emocionante sobre a justiça Americana, um Jornalista Americano á procura do furo da sua vida, um procurador- geral com um currículo perfeito.
.................."Eu prendo os maus..........."

Um Filme a não perder.

sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Vistam a Toga II

"O julgamento estava marcado para pouco depois das nove horas. Olhei para a porta onde estavam afixados os avisos de greve e um desses dizia que um dos pontos a reinvindicar eram o acesso ao direito e aos tribunais. No meu espírito fez-se logo luz ......................................................!

Em Vistam a Toga II

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

O Fim da procuradoria Ilicita

Quase 400 falsos advogados em Lisboa e no Porto
21-08-2009
Sentença inédita do Tribunal de Amarante condena empresário de cobrança de dívidas por procuradoria ilícita. Lisboa e Porto contabilizam 408 casos de processos de falsos advogados que chegaram à Ordem dos Advogados e ainda não estão terminados. Só em Lisboa são 86 os casos de falsos juristas com actividade ilegal e 54 de advogados com inscrição suspensaSão quase 400 as queixas de falsos advogados pendentes na Ordem dos Advogados (OA), nos conselhos distritais de Lisboa e do Porto.Só Lisboa contabiliza 339 casos de queixas do crime de procuradoria ilícita - exercício de uma actividade exclusiva de advogado por não juristas - que, neste momento, estão na fase de inquérito ou já em julgamento. No Porto estão pendentes 69 processos, sendo que só este ano entraram 31 casos para investigação pelas autoridades competentes.Nesta estatística inclui-se o caso mais recente do empresário de Gaia que foi condenado, no final de Julho, a 80 dias de multa - com a obrigatoriedade de pagar ao Estado 560 euros - e 1400 euros à Ordem dos Advogados pelo crime de procuradoria ilícita. O caso já foi julgado, mas a sentença, de 28 de Julho, ainda não transitou em julgado e pode ainda ser alvo de recurso.Segundo a decisão, a que o DN teve acesso, "o arguido ofereceu e praticou actos que são reservados a licenciados em direito inscritos na Ordem dos Advogados". Em causa, a cobrança de dívidas que o arguido exercia sem ter competência legal para essa actividade (ver caixa ao lado).O tribunal deu como provado que a empresa do condenado, Dívidas e Companhia, exerceu, nos anos de 2004 e 2005, um serviço de cobrança e negociação de dívidas junto de devedores de Amarante, Arouca e Matosinhos. O juiz considerou que o arguido "agiu com dolo e usou formas de persuasão próximas da coacção e extorsão". Porém, apesar do crime estar previsto na lei como punível com a pena de prisão até um ano ou pena de multa, o juiz encarregado do processo determinou apenas a multa. Na audiência de julgamento, uma das testemunhas admitiu que chegou a ser coagida e ameaçada a pagar, porque "senão podiam a deixar ficar mal em qualquer momento".Contactado pelo DN, o presidente do Conselho Distrital do Porto admitiu que "esta decisão abre um precedente positivo porque são raros os casos em que o crime de procuradoria ilícita é punido só por si", explica Guilherme Figueiredo (ver entrevista na página ao lado). E assume que as razões estão relacionadas com a "falta de sensibilidade das magistraturas para as condenações por este crime". Segundo o advogado, é preciso "que o Estado assuma as suas responsabilidades e saiba que o sistema tem de funcionar".Opinião que é partilhada por Carlos Pinto de Abreu, presidente do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados: "Os tribunais ainda não estão devidamente sensibilizados para a gravidade da usurpação de funções e para a realidade da procuradoria ilícita." Porém, Carlos Pinto de Abreu defende que a pena deste caso concreto é demasiado leve. E denuncia que "a percentagem de arquivamento destes casos é muito alta", explica o advogado, presidente do CDL, que hoje lança uma campanha em alguns jornais de combate a esta actividade paralela com o mote "não faça direito por linhas tortas".Em causa, indivíduos que se dedicam à cobrança de créditos sem que tenham autorização legal, serviços jurídicos em condomínios assegurados por empresas não autorizadas ou mesmo a prática de actos por falsos juristas.Segundo dados do Conselho Distrital de Lisboa, a que o DN teve acesso, na maioria dos casos, esta actividade paralela é exercida por "particulares", ou seja, falsos juristas. Que totalizam 86 processos no tal universo de 339 casos. Seguidos por advogados que estão actualmente com penas suspensas pela Ordem dos Advogados, sociedades de contabilidade e ainda sociedades de cobranças, como este caso de Amarante.Diário de NotíciasFilipa Ambrósio de Sousa21 de Agosto de 2009
Extraido de www.oa.pt

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Vistam a Toga II

"A pena de Talião peca por míngua e peca por excesso. Por míngua, na medida em que nenhuma reparação repara a ofensa; por excesso, uma vez que a justiça ultrapassa nela o seu objecto. O crime ilegal, numa problemática perspectiva de liberdade plena, compromete apenas o agressor. O crime legal, onde tal perspectiva é incontroversa, compromete toda a sociedade, que nessa maciça, fria e desmedida resposta ao agravo dum só se exautora e condena."- citando Miguel Torga.

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

AMÁLIA

Amália Rodrigues, após o 10º aniversário da sua despedida, é uma mulher que para sempre ficará imortalizada. Não só pela sua magnifica voz, mas também enquanto mulher, pela sua personalidade, determinação e coragem.
Um exemplo sem dúvida a seguir por todas as mulheres, para mim sempre o foi por isso hoje falo aqui dela.

terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Amigos

Amigo é aquele que se oferece para pôr ar nos pneus e não apenas aquele que indica onde fica a bomba mais próxima!

sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Fim de semana

Hoje apetece-me ir ao cinema, mas não sei que filme escolher.
Não posso ir ao jantar, não gosto de sair quando está a chover, só se me levarem ao colo.

sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Nada é por acaso

Era mais uma manhã de aulas, parecia igual a todas as outras, inclusivamente igual aquela em que tinhamos sido incumbidos de escrever uma história encomendada pelo professor de Português do 10ºano.
Eu escrevi uma história verdadeira, onde descrevi uma viagem que fiz de madrugada para o Alentejo, em que á chegada a protagonista era a minha bisavó, uma velhinha de longos cabelos brancos e trajo preto.
Passado alguns dias, chegados á aula, o professor disse, já li todos os vossos trabalhos, de modo que vou ler aquele que elegi e que vos passarei a ler.
O Professor começo a ler ................"saimos de madrugada em direcção ao sul..............onde nos esperava uma figura de longos cabelos brancos e trajo preto...........".
Nesse momento pensei que momentos como este teriam que ser eternizados e que consequentemente nada é por acaso.

quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

CONVITE AOS VISITANTES

A LIVRARIA ALMEDINA e a autora CRISTINA BARRADAS convidam V.Exa para uma apresentação do livro "VISTAM A TOGA II", com prefácio do Advogado ANTÓNIO LAUREANO SANTOS, o evento terá lugar na Livaria Almedina no Atrium do Saldanha em Lisboa, dia 09 de Setembro de 2009, pelas 18horas.
A apresentação está a cargo da Dra ELSA ESTEVES TAVARES.

segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

Regresso ao trabalho

Como sabemos, férias judiciais não são necessariamente férias, no verdadeiro sentido da palavra, por isso para quem escolheu ser advogado, mesmo nesta época, não tem necessariamente"direito", ao tão merecido descanso.
Desde processos urgentes com arguidos presos, interrogatórios e nomeações oficiosas entre outras diligências, mesmo no tórrido mês de Agosto, lá estamos nós a correr para o Tribunal, para uma esquadra de policia ou para o escritório.
Nunca se têm descanso, nunca se está verdadeiramente de férias.
Por isso é que é eu gosto de ser Advogada.

quinta-feira, 30 de Julho de 2009

Leitura de Férias

A leitura de férias que nos vai acompanhar este verão: leve, descontraída e informativa.

As obras:

Vistam a Toga da autoria da Advogada: Cristina Barradas;

Vistam a Toga II da autoria da Advogada: Cristina Barradas e com prefácio do Advogado António Laureano Santos.

quarta-feira, 29 de Julho de 2009

As Férias Judiciais

As Férias estão á porta, as tão esperadas férias judiciais que terão inicio no próximo dia 1 de Agosto até ao dia 31 do mesmo mês. Férias "salvo seja": suspensão de prazos judiciais e ausência de marcação de diligências para processos que não revistam a natureza de urgentes.No dia 1 de Setembro os Tribunais retomarão a sua actividade "normal". Sinceramente já tenho saudades de quando as férias judiciais eram 2 meses, não que fica-se de "papo para o ar" sem fazer nada, mas davam aquela tranquilidade de suspensão dos prazos por mais um mês e onde era consequentemente, permitido, dar mais atenção a outro tipo de assuntos. Eu vou aproveitar estas férias para descansar, para reflectir e claro está para trabalhar. Para refelectir sobre determinadas questões que em outra época se mostra totalmente impossivel. As férias são uma excelente época para reflexão. Desejo a todos os visitantes do meu Blog umas excelentes férias!

quinta-feira, 23 de Julho de 2009

E ele disse-lhe um dia

Por vezes parece ser uma pessoa com uma mente aberta, corajosa, destemida, uma pessoa que nada tem a esconder. outras vezes o seu discuso baralha-me, fico sem conseguir "lê-la"

quarta-feira, 22 de Julho de 2009

Horário de Trabalho

Um advogado não têm horas. As suas horas são as dos clientes e cada cliente é um patrão que entende que o seu assunto deve passar por cima de todos os outros.
In: Ary dos Santos nós os Advogados.
Extraido do Livro "Vistam a Toga II".
"A imaginação é mais importante que o conhecimento" Albert Einstei

sexta-feira, 17 de Julho de 2009

As fronteiras

Nem sempre é fácil distinguir aquilo que não passa de socialmente incorrecto ou reprovável daquilo que têm de facto relevância criminal.

quinta-feira, 16 de Julho de 2009

O Tribunal

O Tribunal para mim é muito mais que um local de trabalho...................por incrivel que pareça nunca tenho pressa de lá sair............................descobri que é uma espécie de templo.
Quando a liberdade é total por vezes não sabemos o que fazer com ela................

quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Vistam a Toga

...Logo no primeiro ano, houve uma espécie de boicote a uma cadeira do curso.Uma
professora de aulas práticas faltou grande parte do ano lectivo e depois queria que os alunos se submetessem ao exame final, como se nada fosse.

A adesão foi praticamente total, só uma colega ficou sozinha com a professora na sala de aula, até porque num rebanho há sempre uma ovelha ranhosa, foi assim que essa colega ficou conhecida..............